terça-feira, 13 de dezembro de 2011

VW SPACE CROSS I-MOTION – TESTE DE 5 DIAS



Foto: Maximiliano Moraes


O novo desenho a tornou bem mais atraente que a anterior, tanto por dentro quanto por fora. Na versão “aventureira”, a nova roupagem também lhe caiu muito bem, ainda que discreta. Motor confiável, comportamento dinâmico elogiável, concessionárias por toda parte. Nada, nem mesmo o preço alto (R$ 57.990,00 com câmbio mecânico e R$ 60.690,00 com câmbio automatizado, sem opcionais) parece ofuscar o brilho da Volkswagen Space Cross – especialmente porque ela já vem muito bem equipada de fábrica.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

MAIS SEGURANÇA COM AUTOMAÇÃO AO DIRIGIR



Fernando Calmon

VW Passat TAP

Certas simplificações de linguagem mal utilizadas no Brasil acabam confundindo conceitos técnicos importantes. Uma delas é o chamado “Piloto Automático” nos automóveis que, na verdade, não passa – ou passava – de um simples controle de velocidade de cruzeiro (Cruise Control, em inglês). No entanto, trata-se de um assunto muito sério e a Europa criou, em fevereiro de 2008, o programa HAVEit, acrônimo em inglês que significa Veículos Altamente Automatizados para Transporte Inteligente.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

EFEITO DUSTER: PAJERO TR4 GANHA VERSÃO 4X2





O Renault Duster parece ter realmente mexido com a concorrência. Em seus primeiros momentos no mercado, o SUV derivado do Logan já figura dentre os comerciais leves mais vendidos, além de ter superado o conhecido - e já cansado - Ford EcoSport, seu principal concorrente, no último ranking da Fenabrave. Agora, quem parece querer uma fatia do segmento é a Mitsubishi, que trocou o sistema de tração de seu menor SUV e readequou seu preço.

CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL



ALTA RODA - Fernando Calmon

Mazda CX-5

Mazda CX-5

O otimismo para 2012 voltou a subir. As últimas medidas de incentivo ao consumo anunciadas pelo governo empurraram as consultorias e os principais cenaristas do setor automobilístico a rever cálculos. Não que o próximo ano teria vendas ruins, mas o crescimento em percentual superior ao da economia medido pelo PIB (Produto Interno Bruto) estava fora das previsões. Como se espera que o PIB suba entre 3,5% (pessimistas) e 4% (otimistas), esses também eram os números para aumento na comercialização de veículos.