quinta-feira, 29 de março de 2012

GRANDE NO BOM SENTIDO


ALTA RODA, Fernando Calmon



Não é à toa que a Fiat consegue, em ambiente de alta concorrência entre marcas de todas as origens, sustentar liderança de vendas entre automóveis e comerciais leves. O novo Grand Siena chegou, entre outros objetivos, para fortalecer as marca no segmento específico de automóveis, em que tem posição algo frágil em relação à Volkswagen e à GM. A empresa italiana, no Brasil, conta com a força da picape Strada para se manter no topo dos segmentos somados, mas isso poderia não ser suficiente no futuro.

DODGE RAM 2500 RETORNA AO BRASIL






Cerca de R$ 14 mil (ou pouco mais de R$ 10 mil se você estiver no Norte, Nordeste ou no Espírito Santo) separam a picape média mais cara do país da Dodge Ram 2500, de volta ao mercado e única picape grande hoje à venda por aqui. Quase tudo na Ram 2500 é superlativo: são 5,83m de comprimento, 2,03m de largura, 1,99m de altura e 3,78m de entreeixos num veículo que pesa 3.279 kg e pode rebocar até 5.624 kg (com kit Mopar). O "quase" fica por conta da capacidade de carga, de apenas 1.075 kg - pouco maior que da VW Amarok, que leva 1.017 kg.

quarta-feira, 28 de março de 2012

AMAROK AUTOMÁTICA: AGORA ELA VAI DAR TRABALHO


Impressões ao dirigir




Nunca fui muito fã de picapes. Confesso, sou meio tiozão; gosto de sedãs grandes, “barcas” com rodar macio, silêncio e muito espaço interno. E antigamente picapes eram a antítese disso: suspensão dura, motor barulhento e espaço só para quem vai na frente. Mas a renovação no segmento de picapes no Brasil tem feito meus conceitos mudarem.

sexta-feira, 23 de março de 2012

A BRIGA PELO BOLSO


ALTA RODA - Fernando Calmon



Depois de 45 dias de discussão, Brasil e México chegaram a um consenso sobre a revisão pontual do acordo de comércio de veículos. Como em geral acontece, cada parte cede em suas posições dentro de uma negociação civilizada. O México aceitou a limitação em valores de suas exportações de automóveis e comerciais leves até 2015 e o Brasil deixou de lado, por ora, a inclusão antecipada de caminhões e ônibus só prevista para 2020.