ALTA RODA, Fernando Calmon
Há três
anos, no Salão de Frankfurt, estreava a segunda geração do Citroën C3. Pessoal
de comunicação da filial brasileira, no próprio estande da marca, veio com a
conversa de sempre: “Esse não é carro para o Brasil. Veja o para-brisa enorme,
de alto custo”. Tirar o foco da novidade antecipada em salões internacionais
faz parte do jogo de dissimulação. No caso, porém, o atraso até foi
providencial.



