terça-feira, 6 de janeiro de 2015

LIFAN 530 TALENT X JAC J3 TURIN S JETFLEX



Quando a Lifan lançou o 530 no Brasil em outubro passado ela deixou claro que o sedã mirava Voyage, Etios Sedã, Prisma e cia. Mas, convenhamos, seu principal concorrente é mesmo o JAC J3 Turin, o sedã compacto chinês mais bem-sucedido do mercado até hoje. Vá lá, a média não é alta: a JAC contabilizou, entre janeiro e novembro de 2014, um volume médio de 158 unidades mensais vendidas do Turin, posicionando-o à frente somente do moribundo Peugeot 207 Passion e de outro chinês, o Chery Celer Sedã. Mas em novembro o então recém-lançado Lifan emplacou 10 unidades a mais que o JAC.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

FUTURO SEM ACIDENTES


ALTA RODA, Fernando Calmon


Embora o entusiasmo revelado por alguns fabricantes sobre a possibilidade de, a partir de 2020, ter início a era dos carros de direção autônoma, em que o motorista só vai dirigir se for seu desejo, ainda há vários obstáculos técnicos, de legislação e até de comportamento a superar. Antes disso, há necessidade de regulamentar e implantar uma nova tecnologia essencial conhecida como V2V (sigla inglesa para veículo a veículo,) que permitirá uma verdadeira e extensa comunicação entre automóveis e destes com a via.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

NISSAN NEW MARCH - MELHOR COMPRA DO BRASIL EM 2014


NISSAN NEW MARCH, A MELHOR COMPRA DO BRASIL EM 2014

Quando começou a ser vendido no Brasil o Nissan March, que chegava importado do México, tinha um apelo muito mais racional que emocional, conquistando pelas qualidades mecânicas e dinâmicas mas deixando a desejar em acabamento e design. A partir de maio deste ano, porém, o compacto mostrou que pode ser muito mais que isso, tornando-se nacional e estreando um design mais moderno, um novo padrão de acabamento e a disponibilização de equipamentos inéditos: nascia o New March.

sábado, 27 de dezembro de 2014

O QUE NOS ESPERA EM 2015


ALTA RODA, Fernando Calmon

HR-V é a aposta da Honda para combater os novos...

O ano automobilístico de 2014 realmente não deixará saudades em razão da queda de vendas no mercado interno em torno de estimados 10%. Mesmo que seja ligeiramente menos, se somada ao encolhimento de 0,9% em 2013, significará que em relação ao ano recorde de 2012 os brasileiros terão comprado 10% menos. Este ano tão difícil não estava no radar dos analistas em dezembro de 2013. Até a Anfavea, que costuma acertar previsões, fez inesperadas revisões para baixo ao longo dos meses. E o que esperar para 2015? Que passe o mais rápido possível, segundo os mais pessimistas?