quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

PEUGEOT 208 GRIFFE AUTOMÁTICO 6 MARCHAS - AVALIAÇÃO



Um dos hatches compactos mais legais do mercado é o Peugeot 208. Com dinâmica apurada, bom acabamento, design moderno e que demora a envelhecer, desempenho parelho ao da concorrência e lista de itens de série interessante desde a versão de entrada, a gente se pergunta por que ele ainda patina nas vendas, estando sempre longe dos primeiros colocados. Ficamos com um 208 Griffe por uma semana pra tentar entender o que faz o consumidor fugir deste Peugeot e preferir outros compactos.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

ANDAR MAIS: ANDAR MELHOR?


YURI RAVITZ, Volta Rápida

Toyota GT 86 e seu motor boxer de origem Subaru com "apenas" 200 cv e 20,8 kgfm de torque...

Existe um hábito muito comum de julgar um determinado carro pela sua capacidade de bengar outros - ou de ser bengado. Ok, é divertido ver as competições e zoeiras oriundas disso, mas a coisa começa a ficar complicada quando a massa de manobra guiada pelo espírito do "Super Trunfo", comparando apenas números crus, toma proporções maiores do que deveria.

CITROËN AIRCROSS SHINE 1.6 AUTOMÁTICO - AVALIAÇÃO



Neste novo mundo cheio de SUVs, só duas marcas arriscam manter no mercado minivans compactas com apelo aventureiro: a GM, com a Spin Activ, e a Citroën, com o AirCross, que a gente avaliou por uma semana na versão Shine, topo-de-linha. A diferença é que a francesa eliminou todas as outras versões não-aventureiras e manteve só esta no mercado, numa tentativa de atender a dois tipos de consumidores com um só produto.

sábado, 9 de dezembro de 2017

RENAULT KWID INTENSE - AVALIAÇÃO



Sim, eu coube num Kwid. Vá lá, não é o ambiente mais espaçoso da face da terra, mas ainda que falte ajuste de altura do banco do motorista e a coluna de direção não se mexa, não senti falta de espaço para as pernas e os braços ficaram em posição correta na hora de dirigir. Mas que fique claro: o Kwid é um carro para "brothers", que não se importam em viajar bem próximos e com alguns esbarrões de ombros às vezes. E é bom que apenas crianças viajem atrás com o banco totalmente recuado, como foi o caso. O assoalho quase plano resolve parte do problema de espaço atrás, mas como não há milagre só 2 pessoas se acomodam bem ali, e desde que os ocupantes da frente não tenham mais que 1,80 m de altura.