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| Foto: Maximiliano Moraes |
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| Foto: Maximiliano Moraes
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A velocidade
não ultrapassa 20 km/h no Anel Rodoviário de Belo Horizonte. E do que eu sinto
mais falta no JAC J5? Se você pensou em uma transmissão automática, por
incrível que pareça, errou. Com certeza seria melhor que o câmbio manual do
sedã, mas ao contrário do que acontece com a minivan J6, a JAC ajustou o
conjunto do J5 para a maciez, (como o RACIONAUTO constatou no seu Teste do Dia-a-Dia.
O resultado é uma embreagem levinha e trocas extremamente suaves, sem esforço
algum.
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| Foto: Maximiliano Moraes
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São outros
os detalhes que fariam diferença no sedã, a começar pelos controles do som no
volante. A J6 tem e não vejo motivos para o J5 não ter herdado a mesma peça. Há
que se pontuar a má qualidade do plástico e da montagem dos botões no volante da
J6, mas ainda assim seria melhor do que ter que desviar a atenção do trânsito,
especialmente na via com maior índice de acidentes em Belo Horizonte, para
mudar estações ou ajustar o volume. Falando em ajuste, o do J5 é pouco preciso:
certos níveis de volume têm diferença muito grande entre si e a qualidade
sonora, de forma geral, perde para o sistema de áudio da J6.
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| Foto: Maximiliano Moraes
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Também senti
falta de um computador de bordo. Belo Horizonte não ajuda muito no consumo:
além do tráfego, as ladeiras sem fim fazem qualquer carro beber mais. Por isso,
na capital mineira faz muita diferença saber quanto o carro está gastando, bem
como ter noção, caso o tanque esteja na reserva, de quanto ainda se pode rodar.
No J5 a única solução é saber exatamente quanto ele consome através de medições
tanque-a-tanque e não descuidar do abastecimento.
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| Foto: Maximiliano Moraes
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| Foto: Maximiliano Moraes
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Falta daqui,
sobra dali. Nada como uma segunda avaliação para ver o que o amaciamento de um
motor é capaz: ao contrário do primeiro J5 que o RACIONAUTO avaliou no evento
de seu lançamento, que tinha motor áspero e desempenho aquém da expectativa, este
se mostrou bastante esperto e bem mais silencioso, completamente adequado para
as mais diversas situações de trânsito urbano, inclusive ladeiras. O grande
espaço interno, os bons bancos, a suspensão macia e a direção bem leve asseguram
um corpo mais descansado depois de um longo período no tráfego intenso. Há
críticas ao desempenho de ambos (suspensão e direção) na estrada, mas na cidade
não há do que reclamar.
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| Foto: Maximiliano Moraes
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O ar
condicionado automático digital é excelente e gela a cabine em instantes,
inclusive no banco traseiro: há uma saída de ar exclusiva. A ergonomia é
satisfatória; críticas aos comandos do rádio, como já foi dito (que poderiam
estar no volante) e aos botões de acionamento dos vidros, onde só existe one-touch para o do motorista, e somente
para descer. Os bancos têm vários ajustes, o que ajuda a encontrar a melhor
posição de dirigir. Mas bem que poderia haver uma roldana para regular o
encosto; a alavanca que permite posições fixas dificulta um pouco a ação. Há 2
roldanas para regular o assento, o que é ótimo. Só o volante fica devendo
ajuste de profundidade, mas o de altura é suficiente.
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| Foto: Maximiliano Moraes
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| Foto: Maximiliano Moraes
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Num primeiro
momento, não é difícil ver o J5 como uma boa opção frente aos concorrentes. Uma
convivência maior poderá dar o veredicto final: será que o sedã premium-médio
da JAC é realmente páreo para Honda City, Fiat Linea, Kia Cerato, Ford New
Fiesta Sedan, Chevrolet Sonic Sedan e Volkswagen Polo Sedan?
Confesso que esses veículos da JAC vem surpreendendo não só a mim, mas a muitos consumidores brasileiros. A adaptação ao mercado e a dedicação com algumas melhorias em seus produtos são visíveis. Vamos ver se com a chegada de sua fábrica em terras Tupiniquins a qualidade de acabamento melhore e venha para acirrar ainda mais a concorrência com as "grandes".
ResponderExcluirApesar de nunca ter dirigido um, eu não cogitaria adquirir um J5. São dois os motivos principais: A presença de carros como o Kia Cerato, Honda City e Ford "New" Fiesta na mesma faixa de preço e a possibilidade de aquisição de carros como o Toyota Corolla e Honda Civic usados.
ResponderExcluirO carro é sim, muito bonito e possui uma vasta gama de itens de série, mas não prima pela qualidade, como os exemplos supracitados.
Ah, uma observação: Parabéns pelo blog! É de uma leitura prazerosa e de informação suficiente! Continue assim nas suas avaliações!
Obrigado!
Tenho o J3 TURIM. já está com 15 mil km. então os problemas estão surgindo...Os pedais de embreagem e freio rangem todas as vezes que são usados...A bóia do nível do combustível demora para acusar o abastecimento, portanto tenho tido dor de cabeça todas as vezes que preciso abastecer (um frentista disse que esse defeito é recorrente com os carros da JAC, que eu não me preocupasse!!) De resto, o carro é ótimo, econômico, espaçoso, silencioso, além de muito bonito, (recebo muitos elogios!!)
ResponderExcluirNão seja tão otista assim, sou proprietario de um J5 e o mesmo possui varios pontos que precisam de ajustes tais como amortecedores, diversos ruidos internos e uma pronta resposta da fabrica.
ResponderExcluirParabéns, show de bola!
ResponderExcluirSinceramente achei que para lançamento, o J5 é um carro realmente fantástico, reune beleza e conforto, para tanto que seu design foi criado pelo que li, por nada menos que "Pininfarina" o projetista do design da ferrari e do jaguar, aliás esse, no meu conceito, sem dúvida veio para ficar e com algumas agregações, vai botar seus concorrentes no chinelo, sem falar na fábrica na ativa no Brasil, não exitarei, vou adquirir um de fato de fato.
ResponderExcluirNO ULTIMO SÁBADO , FIZ UM TESTE DRIVE E COMPREI UM J5 , ESPERO TER SUCESSO POIS ALÉM DE TD ACHO QUE CONSEGUI UM PREÇO BEM LEGAL , GANHEI PINTURA , TAPETES , PEITO DE AÇO E NÃO PAGUEI FRETE , ACHO Q VLW A PENA .
ResponderExcluircomprei um j5 semana passada e estou curtindo muito nada é 100% perfeito porem tem muitos pontos positivo vale a peno o investimento.
ResponderExcluirCAra, este carro é muito problemático. Meu vizinho comprou... achou que iria abafar... Pinifarina... Farinha mesmo...
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