terça-feira, 31 de julho de 2012

CHEVROLET SPIN x NISSAN GRAND LIVINA x JAC J6 DIAMOND







Meriva e Zafira se despediram esta semana da linha de montagem. Em contrapartida, ontem as concessionárias Chevrolet na cidade de Campinas começaram a receber a novíssima minivan Spin para test-drives de clientes - e ela já tem roubado a cena nas lojas. Mas será que o monovolume derivado do Cobalt faz jus ao legado das duas minivans aposentadas da marca? O RACIONAUTO a comparou com suas principais concorrentes no mercado, a Nissan Grand Livina e a JAC J6 Diamond - ambas, como a Spin, com a opção de 7 lugares - para responder esta pergunta.

A avaliação levará em conta aspectos imediatamente considerados pelos compradores típicos de minivans: espaço, conforto, desempenho, segurança, praticidade e ergonomia, design interno e externo, preço e custo x benefício. Como sempre ocorre no RACIONAUTO, o critério de pontuação é simples: sendo 3 concorrentes, a primeira colocada em cada critério leva 3 pontos, a segunda leva 2 e a última leva 1 ponto. Em caso de empate, ambas levarão a maior pontuação possível.

Espaço


Chevrolet Spin

Para a Spin, substituir a Meriva é moleza. O espaço interno do novo modelo é semelhante e a capacidade do porta-malas da versão de 5 lugares supera muito a da minivan derivada do Corsa; mérito do comprimento maior, totalmente aproveitado no compartimento de bagagens. Mas suceder a Zafira é outra coisa: apesar das dimensões externas semelhantes (4,36m de comprimento, 1,73m de largura, 1,66m de altura e 2,62m de entre-eixos da Spin contra 4,33 / 1,74 / 1,68 / 2,70 da Zafira) o espaço interno na antiga, de forma geral, é maior. Na Spin, os ocupantes da frente têm espaço de sobra para ombros, pernas e cabeça. Aliás, as cabeças não são problema na Spin; sofrem as pernas, especialmente na segunda fileira de bancos, com espaço menor que o do Cobalt (de quem ela deriva). A solução encontrada para a última fileira de bancos, inteiriços e que não podem ser retirados, também é ruim: o sistema Flex7 da Zafira, onde os bancos da última fileira podiam ser completamente embutidos no assoalho, era bem melhor. O porta-malas da Spin, na versão de 7 lugares, leva 162 litros com todos os assentos no lugar e 553 litros com a última fileira rebatida - bom número, mas o menor deste comparativo.


Nissan Grand Livina

A Grand Livina é a mais baixa de todas, mas isso não significa pouco espaço. Suas dimensões (4,42m de comprimento, 1,69m de largura, 1,58m de altura e 2,60m de entre-eixos) permitem espaço suficiente para a cabeça, pernas e ombros na frente, e o comprimento maior proporciona mais espaço para as pernas na segunda fileira (que pode ser regulada em distância e cujos encostos são reclináveis) que na Spin. Na terceira, outra vez, só crianças vão bem acomodadas; o espaço para pernas é semelhante ao da Chevrolet, mas o acesso é melhor. Outra vantagem da minivan da Nissan neste aspecto está na formação de um assoalho plano ao se rebater a última fileira, com boa capacidade de carga: 589 litros (123 com todos os assentos no lugar).


JAC J6

A J6, por ter dimensões maiores, obviamente tem mais espaço de forma geral. São 4,55m de comprimento, 1,77m de largura, 1,66 de altura e 2,71m de entre-eixos. Todo mundo ali dentro encontra espaço suficiente e até a última fileira consegue acomodar tanto crianças quanto adultos de baixa estatura. As maiores vantagens da minivan chinesa estão na modularidade da segunda fileira de bancos, individuais, com regulagem de distância e encostos reclináveis, e da terceira, com assentos também individuais e que podem tanto ser rebatidos quanto retirados totalmente. Neste caso, o espaço disponível passa a ser de cavernosos 720 litros (ou 198 litros com os bancos no lugar).

1º lugar - J6
2º lugar - Grand Livina
3º lugar - Spin

Conforto


Chevrolet Spin

O Chevrolet Cobalt tem sido amplamente elogiado pela imprensa especializada pelo conforto, silêncio a bordo e maciez da suspensão. A Spin não chega a tanto, mas ainda assim não é ruim - pelo menos na frente. Os bancos são macios e têm dimensões adequadas, enquanto a suspensão cumpre bem o seu papel. Mas o mesmo conforto dos ocupantes da frente não chega aos de trás. Além de pouco espaço, os passageiros sofrem com o fato de a segunda fileira estar posicionada praticamente em cima do eixo traseiro; com isso, os impactos de qualquer irregularidade são sentidos ali de forma bem mais intensa. O revestimento acústico, por sua vez, é satisfatório: o ronco do motor não incomoda em nenhuma faixa de rotação.

O acabamento, por sua vez, poderia ser melhor. Os plásticos são agradáveis ao toque e a cor clara tenta passar uma impressão de requinte, mas a tampa do porta-luvas, por exemplo, estava desalinhada e os bancos apresentavam costuras irregulares. Além do mais, a modernidade do painel digital e o bonito volante multifuncional (o mesmo do Cruze) contrastam com a simplicidade dos controles do sistema de som e do acabamento da alavanca de câmbio (automático no modelo avaliado).


Nissan Grand Livina

Aqui, a Grand Livina outra vez leva a melhor. O painel é simples, mas muito bem acabado e com uma impressão de requinte bem maior. Os mostradores são grandes - o velocímetro sobreposto aos laterais - e com iluminação, como em todo o painel, em tom âmbar - mais relaxante que o azul modernoso da Spin. O revestimento interno da versão avaliada é de couro preto, o que aumenta a sensação de aconchego. A Grand Livina apresenta ainda comportamento de rodagem mais neutro que a Spin. O revestimento acústico é adequado e o carro é bem silencioso. A suspensão é mais macia, mas por ser um veículo mais baixo ela transmite mais segurança. A direção elétrica progressiva e o ar condicionado automático digital, inexistentes na concorrente da Chevrolet, completam o conjunto.


JAC J6

A J6 tem a melhor e mais moderna suspensão dentre todas. Seu comportamento chega a ser parecido com o de alguns hatches, guardadas as devidas proporções. O sistema, McPherson na dianteira e Dual-Link na traseira, proporciona um conforto de rodagem incomum no segmento; apesar de alta e pesada, a J6 consegue ser macia, neutra e confortável tanto em linha reta quanto em curvas. Mas é bom tomar mais cuidado se o asfalto for ruim; as rodas com aro de 17 polegadas às vezes comunicam sem dó as irregularidades do piso. Mas por dentro, apesar do bom acabamento geral, a J6 peca por ser impessoal. Tudo de que o condutor possa precisar está ali, mas é difícil relaxar com a iluminação azul berrante do painel. Além do mais, os botões do volante multifuncional são feitos com plástico de qualidade duvidosa, o mesmo que parece revestir o topo da alavanca de câmbio. Falando nisso, como não tem opção de câmbio automático como as rivais, a J6 também acaba perdendo pontos. O motor tem ruído agradável e o revestimento acústico é adequado, sendo um carro silencioso tanto em baixa quanto em alta rotação. Mas isso não foi suficiente para tirar do modelo da Nissan a vitória neste quesito.

1º lugar - Grand Livina
2º lugar - J6
3º lugar - Spin

Desempenho


JAC J6 - Motor 2.0 16v

Cada minivan tem soluções tecnológicas diferentes para motor e transmissão, e, por isso, resultados diferentes em potência e torque. A J6 traz um motor 2.0 16v a gasolina com comando variável de válvulas, que entrega 136 cv e 19,1 kgfm de torque, e única opção de câmbio mecânico com 5 marchas. Já a Grand Livina, com seu moderno bloco 1.8 16v flex de alumínio e duplo comando de válvulas no cabeçote, oferece 125/126 cv e 17,5 kgfm de torque com ambos os combustíveis, além de câmbio automático de 4 marchas no modelo avaliado (ou opção de câmbio mecânico com 6 velocidades). Por fim, o propulsor 1.8 8v flex da Spin (o mesmo da antiga Meriva, rebatizado de Econo.Flex) produz 106/108 cv e 16,4/17,1 kgfm com gasolina ou etanol, e no carro testado traz o mesmo câmbio automático de 6 marchas do Cruze (com opção de câmbio mecânico de 5 marchas).


Nissan Grand Livina - Motor 1.8 16v Flex

Porém, em função do peso, as diferenças de força são praticamente anuladas e as relações entre peso e torque (que é a medida mais sentida no dia-a-dia) das minivans se tornam bem semelhantes: 78,53 kg/kgfm da JAC, 74,63 kg/kgfm da Nissan e 76,52 kg/kgfm da Chevrolet (sempre com gasolina). Ainda assim, os resultados de desempenho são curiosos. A Grand Livina, apesar do câmbio automático menos avançado, é bem mais ágil, conseguindo acelerar de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos e retomar de 60 a 100 km/h (em D) em 6,5 segundos. A Spin, segunda colocada, consegue fazer o mesmo em 12,9 / 7,6 segundos, e a J6, mesmo com o câmbio mecânico (que, em tese, proporciona mais agilidade), só conseguiu 13 / 12,7 segundos (em 4ª marcha). O peso acabou sendo o algoz da chinesa.

Chevrolet Spin - Motor 1.8 8v Flex

1º lugar - Grand Livina
2º lugar - Spin
3º lugar - J6

Segurança

Minivan que se preze precisa oferecer não somente a sopa de letrinhas eletrônica usual, mas sensação de segurança para motorista e passageiros. O centro de gravidade mais alto, típico do perfil do carro, pode provocar maior inclinação da carroceria em curvas e o peso maior em relação a um carro de passeio comum costuma aumentar os espaços de frenagem. Mas todas as concorrentes aqui se mostraram seguras o suficiente, com o básico essencial para um modelo familiar e com números bastante razoáveis.



A J6, apesar de ser mais alta, mais larga e mais pesada que todas, consegue um resultado dinâmico impressionante com seu moderno sistema de suspensão. Isso resulta em curvas feitas mais "no chão", com pouca inclinação da carroceria e rolagem somente no limite. Freios a disco ventilados na dianteira e sólidos na traseira, com ABS e distribuição eletrônica de frenagem, são de série e, juntamente com os pneus 215/45, contribuem para o bom resultado de frenagem de 26,6 metros vindo a 80 km/h. Completam o pacote de segurança os 2 airbags dianteiros, os encostos de cabeça reguláveis e os cintos de segurança de 3 pontos para todos os bancos (exceção ao central da fileira do meio).



Ainda que não tenha um sistema de suspensão tão moderno nem discos nas 4 rodas como a J6, a Grand Livina, que na traseira tem eixo de torção e tambores nos freios, é confortável, estável e, por ser mais baixa, passa uma impressão de segurança semelhante a de alguns sedãs médios. Além disso, mesmo com pneus mais finos e rodas menores (185/65 R15), ela consegue frear em ainda menos espaço (26,1 metros), mérito do ABS com distribuição eletrônica e sistema de frenagem de emergência. Assim como na J6, a minivan da Nissan traz airbags dianteiros, encostos de cabeça reguláveis para todos e cintos de 3 pontos para 6 ocupantes. Por estes motivos ela acaba ficando à frente da chinesa.



O que as outras têm, a Spin também tem - ou quase. Airbags duplos e ABS com EBD são equipamentos de série desde a versão mais básica. Mas tendo suspensão ligeiramente mais rígida e sendo mais alta que o monovolume da Nissan, ela não transmite segurança na mesma medida em curvas. Além disso, a Spin precisou de mais espaço para frear a partir dos 80 km/h: 27,6 metros. Seus pneus ligeiramente mais largos que os da Grand Livina (195/65 R15) não foram suficientes para segurá-la com mais eficiência.

1º lugar: Grand Livina
2º lugar: J6
3º lugar: Spin

Praticidade e Ergonomia

Pais, filhos grandes ou pequenos, avós, primos, tios, agregados, cachorro, gato, papagaio e a tranqueira de todo mundo precisam caber dentro de uma minivan com o mínimo de conforto e praticidade para todo mundo numa viagem ou até num passeio mais longo dentro da cidade.


Chevrolet Spin

A Chevrolet levou isso bem a sério ao planejar a Spin. Porta-objetos e nichos estão espalhados por toda a cabine: são 32 ao todo. A posição de dirigir também foi prioridade no projeto: ninguém gosta de se acomodar como se estivesse dirigindo uma Kombi. Volante e banco do motorista são reguláveis em altura; o condutor se acomoda bem e os bancos são bem confortáveis. O volante, aliás, é multifuncional (na versão de topo) e carrega botões para o controle de velocidade, o sistema Bluetooth e o rádio. Também há sensores de estacionamento na versão testada, o que é sempre bom para um veículo deste porte. Todos os demais controles estão à mão e há uma interessante solução para a regulagem dos retrovisores externos, cujos comandos estão na coluna dianteira esquerda.

Mas nem tudo é vantagem na Spin. Um dos principais motivos para se comprar um monovolume de 7 lugares é ter espaço para a família, mas, como já foi dito, quem vai na fileira do meio sofrerá com a falta de espaço caso os ocupantes da frente sejam mais altos. Esta mesma fileira, aliás, é dividida em 1/3 e 2/3, o que limita ainda mais o conforto do passageiro do meio - melhor seria se fossem 3 assentos individuais, como na J6. Por fim, a última fileira inteiriça limita o espaço para bagagens, até mesmo se a turma for composta por 6 pessoas: neste caso, a solução é acomodar bagagem sobre o banco, incomodando quem vai atrás. Ao todo, a Spin oferece 23 combinações de posicionamento dos bancos.


Nissan Grand Livina

A Grand Livina, por sua vez, acaba sendo melhor para os passageiros do que para o motorista. Não que ele não tenha mimos: os controles estão igualmente à mão e ele desfruta de bancos confortáveis, direção leve em manobras e desempenho digno de sedã médio. Mas se ele quiser mudar as estações do rádio, vai ter que tirar os olhos do tráfego; não há volante multifuncional nem como opcional, assim como não há Bluetooth ou ajuste de altura para o banco do motorista. A posição de dirigir não é ruim, mas poderia ser melhor. Sensores de estacionamento, só como acessórios colocados à parte.

Os passageiros da segunda fileira, por sua vez, gozam de bom espaço e podem relaxar com os encostos reclinados em viagens. Além disso, na necessidade de mais espaço no porta-malas é possível, além de rebater a última fileira, chegar a segunda mais para a frente, graças ao ajuste de distância desta. Com isso, ainda que a segunda fileira também seja dividida em 1/3 e 2/3, a Grand Livina ganha da Spin oferecendo 64 combinações diferentes dos assentos. A última fileira, no entanto, sofre do mesmo mal: é inteiriça e limita o uso a 5 passageiros, rebatida, ou 7, na posição normal. Porta-objetos são apenas 19.


JAC J6

A J6 acomoda bem motorista e passageiros. O banco do motorista tem regulagens amplas de altura (para a parte anterior e posterior do assento), distância e encosto, bem como da coluna de direção em altura. Com isso, mesmo motoristas mais altos se acomodam bem e, pelo amplo espaço do monovolume, nem na posição mais recuada incomodam os passageiros da segunda fileira. Todos os bancos são individuais, podendo ser rebatidos ou retirados da segunda fileira para trás. Com isso, a minivan oferece a possibilidade de levar 6 ocupantes com um espaço razoável para a bagagem. Além do mais, na versão testada havia DVDs nos encostos de cabeça, o que certamente aumenta o conforto e ajuda a passar mais rápido o tempo em viagens. 

A ergonomia também é boa. Todos os comandos estão ao alcance do motorista sem esforço e há tanto sensores de estacionamento traseiros, que ajudam em manobras, quando ajustes de altura dos faróis, que compensam a carga extra caso a J6 esteja lotada. O único senão vai para os controles do volante, que são desobedientes e feitos com plástico de qualidade duvidosa. Há também poucos porta-objetos, mas pelo conjunto da obra a J6 acaba se saindo melhor que as concorrentes.


1º lugar: J6
2º lugar (empatadas): Spin e Grand Livina

Design Interno e Externo



Não adianta: ainda que a funcionalidade e o custo x benefício falem mais alto na hora de comprar uma minivan, ninguém gosta de andar em carro feio. A JAC percebeu isso melhor que as outras. Além de grande e imponente, a J6 é moderna e traz linhas fluidas, chamando a atenção no trânsito. Por dentro, por outro lado, ela não corresponde à beleza externa. O painel é impessoal, genérico. Os materiais não ajudam a melhorar a falta de requinte; mesmo bem acabada em relação a outros modelos chineses, ela deixa a desejar e oferece um ambiente sem graça se comparada aos modelos da Nissan e da Chevrolet.



A Spin é interessante por dentro, ainda que pareça emergente demais sob certos pontos de vista. O painel de instrumentos é moderno, mas o rádio é simples; o volante é moderno e bonito, mas a alavanca de câmbio é simples; e por aí vai. Pelo menos as cores claras dos revestimentos e o painel comprido ajudam a simular uma sensação de espaço e luxo. Por fora, porém, a situação se inverte: a Spin, segundo ouvi de um cliente que aguardava o test-drive, parece um cruzamento de S10 e Livina. A dianteira é moderna, bonita e mais bem resolvida que a do Cobalt, de quem ela deriva. A lateral tem design interessante, com linhas que remetem também ao sedã. Mas a traseira ficou esquisita; vidro e tampa parecem não pertencer ao mesmo carro. O vinco na parte inferior da tampa parece improvisado e as lanternas traseiras não têm o mesmo carisma dos faróis.



A Grand Livina é, incontestavelmente, o modelo mais conservador dentre as 3. Por qualquer ângulo que se olhe ela se mostra inteiramente funcional. Até a dianteira, inspirada na Nissan Murano, já deixou de ser novidade. Mas é justamente essa regularidade que a torna mais harmoniosa que a controversa Spin. O ambiente interno, por sua vez, é o mais acolhedor de todos. O acabamento, de forma geral, é melhor e o desenho de todos os instrumentos - especialmente com o revestimento negro do modelo testado - passa maior sensação de requinte. De forma geral, ainda que o volante seja mais simples e alavanca tenha desenho parecido com o do modelo da Chevrolet, a Grand Livina tem menos "cara de emergente".

Exterior

1º lugar - J6
2º lugar - Grand Livina
3º lugar - Spin

Interior

1º lugar - Grand Livina
2º lugar - Spin
3º lugar - J6

Preço e Custo x Benefício



A Chevrolet afirma que o preço baixo será uma das principais vantagens da Spin. É verdade: mesmo o valor da versão de topo está ligeiramente abaixo ao da concorrência. São R$ 55.840,00 por uma Spin LTZ automática completa (ar condicionado analógico, direção hidráulica com coluna regulável em altura, vidros, travas e retrovisores elétricos, alarme com comandos na chave-canivete, rádio com CD/MP3 player, Bluetooth, entradas USB, auxiliar e comandos no volante, computador de bordo, faróis de neblina, rodas de liga leve com aro de 15 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, ABS com EBD, airbags dianteiros, câmbio automático e controlador de velocidade com comandos no volante). A garantia é de 3 anos e a manutenção na rede da Chevrolet (600 concessionárias) não deverá ser problema, a não ser que o preço de revisões e peças, ainda não divulgado, seja maior que o esperado; não costuma ser. A Spin ainda não tem avaliação no mercado de usados, mas Zafira e Meriva costumavam apresentar depreciação na média do segmento e boa liquidez; tudo indica que ocorrerá o mesmo com ela.



A Nissan tem preços de revisões e peças pré-fixado. São R$ 1.164,00 cobrados pelas revisões da Grand Livina até 60 mil km, com mão-de-obra paga à parte (a consultar). Concessionárias de Campinas também têm oferecido o modelo completo (ar condicionado automático digital, direção elétrica com coluna regulável em altura, vidros, travas e retrovisores elétricos, chave presencial com acionamento automático de alarme e travas, rádio com CD/MP3 player e entrada auxiliar, faróis de neblina, rodas de liga leve com aro de 15 polegadas, ABS com EBD e BAS, airbags dianteiros, câmbio automático e revestimento de bancos e portas em couro) por R$ 57.500,00. A garantia é de 3 anos e a rede da Nissan tem 117 concessionárias. A depreciação é ligeiramente acima da média e a liquidez é aceitável, especialmente porque a Grand Livina tem público cativo, gente que a vê, como a todo Nissan, como um modelo resistente e que agrega status.



A J6 conta com a menor rede de concessionárias (45), mas a maior garantia (6 anos). Também tem preço fixo de revisões e mão-de-obra, totalizando R$ 3.204,00 até os 60 mil km. O preço da versão testada, completa (ar condicionado automático digital, direção hidráulica com coluna regulável em altura, vidros, travas e retrovisores elétricos, alarme com comandos na chave, rádio com CD/MP3 player, entrada auxiliar e comandos no volante, banco do motorista com regulagem de altura, faróis reguláveis em altura, faróis de neblina, rodas de liga leve com aro de 17 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, DVD player integrado nos encostos de cabeça dianteiros, ABS com EBD, airbags dianteiros, revestimento de bancos e portas em couro), é de R$ 57.000,00. Apesar do preço menor que o modelo da Nissan, a depreciação é imensa e a liquidez extremamente ruim. Ela também perde pontos por não ter câmbio automático num segmento onde isso pode ser critério de desempate na escolha por um modelo.

1º lugar - Spin
2º lugar - Grand Livina
3º lugar - J6







RESULTADO

Todos os quesitos têm peso igual. Apesar de minivans terem um apelo mais prático e racional para o consumidor, cada um tem critérios diferentes para fechar negócio na compra de um carro. Por isso, avalie a tabela abaixo com os resultados segundo os seus próprios critérios e boa compra!



3º lugar geral - CHEVROLET SPIN LTZ (13 pontos)
2º lugar geral - JAC J6 DIAMOND MOVIE (16 pontos)
1º lugar geral - NISSAN GRAND LIVINA SL (20 pontos)

Dados de desempenho da Grand Livina e J6 fornecidos pela Quatro Rodas
Dados de desempenho da Spin fornecidos pela Auto Esporte

69 comentários:

  1. Muito bom. Parabéns.

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  2. o J6 está custando 52.900 mil e é o mais barato dos 3... vcs pegaram uma versão com DVD nos bancos traseiros, couro e rodas de 17" opcionais que nenhumas das outras nem possui. tb nao entendi vcs deram uma nota menor no acabamento só por causa dos botões no volante ? lembre-se que o painel do j6 é o unico dos 3 que é revestido sem ser plastico. nessa soma de pontos injustos acima o j6 levaria a melhor.

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    1. Avaliamos as versões mais completas de todos os modelos. Se fôssemos considerar o preço de entrada, tanto a Spin quanto a Grand Livina têm versões mais baratas que a J6 mais em conta. Não demos nota quanto ao acabamento; não houve este quesito especificamente no comparativo. Avaliamos a vida a bordo, a sensação de conforto e o design interno. Quanto à vida a bordo, a J6 levou a melhor porque é mais espaçosa; na sensação de conforto ela ficou em segundo lugar porque o acabamento não é tão bom quanto o da Grand Livina; quanto ao design interno ela ficou em último porque a Spin é mais moderna e a Grand Livina é mais refinada. Finalmente, conforme foi dito na matéria, cada comprador dá o peso que quiser a cada um dos quesitos. Se a J6 lhe agrada e atende melhor às suas demandas, é o melhor modelo para você, e isso é indiscutível. Mas como produto, observando de maneira imparcial, ela fica atrás da Grand Livina.

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    2. A J6 inferniza o condutor e passageiros com barulhos internos e externos, nao sei como aparece como um carro silencioso, a suspencao dar para perceber uma agulha na pista... de modo geral os chineses teem que melhorar muito, se nao, alem de nao entrar na europa com nenhum dos seus modelos, fara pouco sucesso no Brasil.

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  3. não sou de escrever muito... a SPIN não ganhando, já está
    bem racional... eu fico com a confiabilidade da NISSAN
    é família... a JAC nem sabe se vem pra cá!? não dá pra confiar,ainda. mas a J6 é mais bonitona.

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  4. Esse é o melhor comparativo disponível atualmente sobre minivans. Critérios racionais e imparciais permitem ao consumidor estabelecer, com base em suas necessidades, o modelo que lhe convém.
    A Nissan precisa melhorar na oferta de acessórios modernos homologados.
    Item que não foi avaliado, mas que é importante, é o referente à possibilidade de carregar bagagens no teto. Fica a sugestão.
    Obrigado pela ajuda e na hora da compra, seguindo a avaliação, fiquei com o Nissan Grand Livina.

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    1. Muito obrigado! Ficamos felizes também por sua compra. Aproveite! Grande abraço!

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  5. Parabens pelo comparativo, fiz o teste de direção da spin, pois já conhecia as outras duas, algo para incluir neste comparativo fica:
    - Spin necessita de dutos do ar-condicionado para 2ª e 3ª fileira;
    - Spin melhorar a performance para o motor 1.8;
    - Spin disponibilizar o couro como opcional;
    - J6 adotar transmissões automaticas mesmo como opcionais;
    - J6 excluir o prateado de seu interior;
    - Grand Livina necessita de dutos do ar-condicionado para 2ª e 3ª fileira;
    - Grand Livina mudar sua roupagem externa;
    - Em todas, opcional de DVD para os viajantes da 2ª e 3ª fileira.

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    1. Obrigado pelas observações! Apenas para esclarecer, a J6 testada foi a versão "Movie", que já vem com DVDs embutidos nos encostos de cabeça dos bancos dianteiros, e a Spin pode ser equipada já na concessionária com DVDs nos encostos de cabeça, cobrados à parte como acessórios. Um abraço!

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  6. Família aumentou e estava procurando exatamente esse comparativo..carros de 7 lugares. Perfeito.
    Irei analisar e decidir futuramente. Parabéns pelo excelente artigo.

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    1. estou no mesmo barco e concordo com Allan Almeida

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    2. Estou para resolver qual carro comprar, minha família aumenta em agosto de 2013.
      Acabei de comprar o Voyage gostei muito do carro (completo) mais infelizmente terei que trocar por conta da família que está crescendo.
      Isso é a benção que está escrito em Salmos 128, leia a bíblia.

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  7. Parabéns pelo comparativo. Feito com cuidado e muito sério nas ponderações. É um tipo de reportagem que de fato dá ferramentas para o comprador avaliar melhor as opções que tem à frente. Valeu mesmo!

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  8. Sempre tive perua, Parati (02 anos), Escort Wagon (03 anos), Marea Weekend (05 anos), Testei a Filder e Megane Grand Tour, por ultimo e com fui conhecer a minivan a Nissan Grand Livina, resultado..., paixão a primeira vista, show de bola, super confortavel, otima dirigibilidade, muito e economica, peguei a 1.8 S mecanica 2011, a familia então está adorando, claro que poderia melhorar em alguns item e mimos porem no conjunto da obra ficou otima.
    PS. Zafira já viajei muito com a Elite 2.0 automatica e posso cravar que a Grand Livina é bem mais confortavel e economica.
    J6 visual me agrada, porem não compraria, uma vez que a Fabrica nem se instalou no Brasil ainda.
    Spin, só 0km a verba não daria, por outro lado não me agradou o visual e ainda não sei como será o mercado.

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  9. Durante um bom tempo comparei estes 3 modelos. O J6, além de ser uma marca nova no mercado nacional, creio não dispor de tanta credibilidade (ainda) como a GM e a Nissan. O J6 também não oferece opção de câmbio automático, requisito obrigatório no meu caso, e tendência de mercado. O Grand Livinia, vamos ser sinceros, é muito feio. Frente horrível, trazeira questionável. Parece um carro pequeno que deram um geito de colocar uma terceira fileira de bancos. Como dito nesta matéria, o painel merece muitas melhoras, pois é antiquado, muito simples e não tem opções de comandos no volante e bluetooth. Já a SPIN, foi uma grande sacada da GM. Concordo que há limitações no espaço para passageiros do meio e terceira fileira. Ele é um carro feito para famílias de estaturas baixa e média. Família com estatura acima de 1,70 terão problemas com o conforto. Contudo, o interior é muito agradável. Ela tem ótima dirigibilidade. Aliás, é um carro para cidade. Na estrata, realmente falta motor para quem gosta de pisar, mas também não é um grande problema. Ela segura bem nas subidas (reduzindo marchas) e tem boa estabilidade. É um carro bem completo, com um preço muito atrativo. Comprei a SPIn, estou adorando o carro, pelo conforto, aparência robusta (é bem alta e tem ótima posição para dirigir) e economia. É, o meu está usando o terceiro tanque e tem feito, aqui no DF (cidade), média de 10 km/l (o marcado indica 9.7, mas o cálculo manual do consumo revelou estar fazendo efetivamente mais de 10). Recomendo bem analisar esta opção (SPIN), inclusive prevendo uma boa condição de revenda e custos de manutenção (é a que tem a manutenção mais barata).

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    1. Oi eu também comparo os três a dias e eu gostaria de um j6 por fora, spin por dentro rsrs.
      Como não é possivel fui ao test drive e não tive duvidas a Spin foi a escolhida, alem de ser mais moderno e gostoso de dirigir, tem a confiança da gravatinha chevrolet, a nissan é um carro baixo não tem a sensação de estar em um carro alto e é mais cara que a spin, portanto fiquei com a spin que jah vendeu 4950 unidades em menos de 2 meses superando a nisan.
      Ao menos no meu caso a spin venceu, tenho dois filhos um de 5 anos e outro de 4 meses.

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  10. Estou com um Siena EL 2011 e faço muitas viagens curtas de até 2 horas. O bagageiro de 500 litros não está atendendo minhas necessidades e os ocupantes do banco de trás reclamam muito do espaço interno. Porém meu carro é muito confortável e econômico, fazendo até 11,6 Km por litro na cidade. Minhas pretensões de compora para resolver esses problemas estão na Doblô 1.4, Spin com 7 lugares ou Livina, também com 7 lugares. Preciso de um carro com maior espaço interno, maior bagageiro, mas não quero abrir mão do conforto que tenho no Siena e da economia de combustível. Gostaria da opinião de vocês?

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  11. Julgo que a análise feita foi quase totalmente subjetiva e, por vezes, parecia ser tendenciosa. Se alguém compara as distâncias de frenagem ou consumo médio, está sendo objetivo, mas comparar design é subjetivo e discutível, mesmo atribuindo notas (?) para isso. Ou seja, o que foi exposto nesse comparativo jamais deve nortear a escolha de um ou outro modelo, pois ela é pessoal. Assim, na minha opinião, em nenhum comparativo decente a Livina ganharia da Spin no quesito design. E se vamos atribuir notas para cada quesito, que seja de forma ponderada - por exemplo, para mim, se a Livina ganha em espaço interno, é justo levar um ou dois pontos a mais que a Spin. Mas a Spin deveria ganhar 5 ou mais pontos que a Livina em dirigibilidade, pois para mim, ambas atendem muito bem ao espaço, mas não dá pra comparar as duas na direção.

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  12. Após todos os test drive ( fiz os 3), a Spin pra mim é a melhor: moderna, prática, macia, muito mais gostosa para dirigir, mais aconchegante, até gostei mais da 3ª fileira interiça, enfim... comprei uma LTZ automática.

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  13. Comparei as 3 (três) conclui : A Spin ganhou por ter preço muito competitivo, o câmbio automático é moderno 6 marchas, o modelo é novo e estará menos sujeito às mudanças no próximo ano, a rede de concessionárias é maior (faz muita diferença), ótima dirigibilidade, um pouco mais larga que a gran livina, estou gostando muito.

    Pontos negativos : o motor não é tão moderno, os vidros não possuem sistema de um toque (nenhum deles) nem luzes, falta apoio cabeça central e cinto 3 pontos no centro da 2ªfileira, o sistema de som não é multimídia (DVD) e não possui tela sensível a toque (apesar de bluetooth) o que inviabiliza instalar câmara de ré (pois sensor de ré não possui informação visual da distância (luz), há apenas som), o câmbio automático não possui overdrive ou sport (apesar da opção manual) nem sistema que evita descer em ladeira (o meu spin desce alguns centímetros), tentei utilizar o modo manual, mas os botões na lateral do Câmbio são muito próximos o que dificulta a troca correta sem tirar a atenção do trânsito, acho o painel muito simples, o sistema de bancos é muito difícil para acessar, sempre tenho descido do carro para auxiliar algum "carona" a conseguir virar o banco e entrar, como também o banco virado deixa muito à mostra os pontos que apoiam no piso, podendo bater os joelhos se não tiver cuidado. A 3ª fileira toma muito espaço, mesmo recolhido, pois não possui opção de recolhimento individual já que é inteiriço. Achei a bateria muito pequena para ela, espero que dure mais de 1 ano (no meu ecosport automático 2007, vendi para o meu irmão ainda com a bateria original (5 anos de uso)). Espero que as barras do bagageiro do teto estejam logo disponíveis para compra e tenham um preço correto, pois não vêm como item de série (se vem eu não encontrei). O farol de neblina tem que ser acionado toda vez que liga o farol (não guarda a informação do último acionamento).

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  14. Parabéns ao site, estava justamente com dúvida em relação a que carro comprar. Mas como não tenho um bom poder aquisitivo, e troco muito de carro, creio que o Spin seja a melhor opção. Pois chevrolet é chevrolet!

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  15. Eu gostei muito do interior da Spin e é interessante ao dirigir, mas é a mais feia das 3, aliás muito feia, para mim não server.

    O J6 seria minha opção se não tivesse medo da marca não se estabelecer no mercado e abandonar o consumidor.

    A Livina pesando prós e contras é a melhor opção mesmo, confortável, marca confiável e se não é tão bonita quanto o J6 não chega a ser uma aberração como a Spin, tem apenas um visual antiquado.

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  16. A Spin é a melhor de dirigir, posição muito boa. O cambio automático é o melhor, mas realmente o motor poderia ser mais moderno. Acho a Livina muito antiga, já passou da hora da Nissan lançar uma nova. Sobre o J6, nem precisavam ter perdido tempo... Chines nem pensar.

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    1. Preconceito é preconceito, não adianta questionar. Mas um pouco de informação e bom para melhor tudo isso. Não vou aqui muda o pensamento de ninguém, mas hoje 90% do que compramos é fabricado na China. Para quem não sabe, IPhone, Ipad. O maravilhoso Sony Vaio. Tudo feito na tão discriminada China. Mas porque só os chineses? O que me dizem dos coreanos? Nada, não é mesmo? Afinal, Hyundai e Kia estão muito bem, obrigado.

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    2. De acordo plenamente com Paiva!!!

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  17. "Preconceito é preconceito." E como já dizia Nelson Rodrigues, "Quem pensa com a unanimidade, não precisa pensar".
    Parabéns pelo comparativo, embora já tenham dito aqui, alguns quesitos são pessoais e dependem do gosto de cada um.
    Fiz os test drives e acompanhei as opiniões do pessoal do ramo que testaram os carros, pesei os prós e os contras e resolvi pagar para ver. Comprei um j6 Diamond e estou satisfeito com a escolha.
    Abs.

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  18. Oi eu comprei uma spin e estou muito satisfeito, fiz test drive e vi o doblo de perto, um exelente carro mais 1.4 carregado vc vai chorar na subida e ultrapassagens, a livina alem de ser um carro baixo é um modelo digamos ultrapassado, e com os lançamentos da concorrencia pode ser que eles mudem o modelo logo o que acarreta maior prejuizo pra quem comprar agora, a spin é moderna e se for a automatica vc nunca teve tanto conforto em um carro de 54600 reais, pra vc a doblo é mais economica, mais a melhor opçao ainda é a spin, que no alcool é economica e mais barata. espero ter ajudado, mais faça o test drive antes.

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  19. pois é, eu tambem estou comparando esses 3 modelos, e digo pra vcs a j6 é chinesa, ou seja fabricado na china, é a mesma coisa de vc ir no paraguai e comprar um celular, naum é muito confiavel, entre a spin e a nissan, pra mim a nissan se deu melhor. a spin é muito exagerada,e tmbm tem o financiamento. tenho um voyage 2011 para troca no final das contas a chevrolet é a mais cara, fiz a simulaçao na chevrolet,na troca, entra o voyage e financiava 48x 1450,00. ja na nissan o mesmo voyage ficaria 48x 980,00. entao em relaçao aos valores acho que a nissan se sai bem melhor, no meu caso é claro. mas gosto cada um tem o seu.

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  20. Parabéns Maximiliano, achei formidável a forma como foi feita a comparação. Já me decidi. Só pra constar, a chinesa JAC veio para o Brasil pelas mãos do mesmo Sergio Habib a quem trouxe a Citroen. Abraço e mais uma vez parabéns pelo trabalho.

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  21. ola tenho uma grand livina,e dei uma olhada na j6 e na spin....infelizmente as tres deixam a desejar.....minha grand livina e tao baixa que raspa em qualquer lugar,(gostaria que fezessem um teste drive com o carro cheio(sete lugares.o atendimento na nissan e horroroso e as revisoes sao caras..(o seguro e barato).o j6 eu achei muito bonito e vem bem equipado..o problema e que so roda com gasolina e realmente da uma impressao de mal acabada.o spin eu gostei,tirando a traseira....realmente e pouco funcional o sistema da terceira fileira.e o acabamento dos bancos sao pessimos para quem tem crianca,nao sei porque fabricam carros com esse acabamento(j6 tem um acabamento parecido dos bancos).das tres com todos defeitos e qualidades eu achei melhor a spin.

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  22. As pessoas perguntam porque a GM não usou o seu ótimo motor 1,8 16v ECOTEC nesse carro. Como assim porque? Porque esse motor 1.8 com 132 cv é o motor do Cruze, o sedã médio da GM, que custa a partir de 60.000. A Spin é um carro de 45.000. Só mesmo em um sonho a Toyota colocaria o motor do Corolla num carro como o Etios (de 45,000), a Honda colocaria o motor do do Civic num Fit (48,000) e… a GM colocaria o motor do Cruze num Cobalt ou Spin (45,000).

    Obs: Com todo respeito (não é grosseria, entendam), quem quiser discutir os preços dos carro, dos imóveis, dos eletrônicos, das roupas, das mamadeiras no Brasil, procure um fórum próprio para isso. Há fóruns delirantes na internet sobre Corollas custando 25 mil reais, imóveis quase de graça no melhor bairro da cidade. Mas, por favor, entendam que não posso morar em outro país nesse momento. Sou servidor público federal, ou seja, do Brasil. O carimbo que eu bato aqui não posso bater lá no exterior. Pelo menos até aposentar, daqui a uns 30 anos, tenho que morar no Brasil.

    Voltando ao assunto, fiz uma ampla pesquisa de mercado e acabei comprando a SPIN. A razão é simples: não há concorrente para esse tipo de carro nesta faixa de preço.
    Para mim, os motores 1,6 da Renault, que equipam os Livina na faixa de preço de 45,000, não são melhores do que esse ECONO FLEX 1,8 8V. Quanto aos modelos mais caros (Grand Livina SL AT comparada com a SPIN LTZ AT) os motores 1,8 16V da Nissan, de fato são melhores que os ECONO FLEX 1,8 da GM. Mas isso pode compensado com o câmbio reescalonado do Cruze que equipa a SPIN (eu disse “pode” porque não testei nenhum dos dois carros com 07 passageiros, já que não tenho necessidade de um carro para carregar tanta gente). Por isso, a conclusão do racionauto pode estar correta quando estamos tratando de um carro para 07 pessoas de R$ 55.000, o que não é meu caso.
    Eu estava atrás de um Sedan barato (Gran Siena, Voyage, Cobalt, e coisas do gênero)…
    O Gran Siena 1.6 não é vendido a pronta entrega, então tive que descartá-lo (mas fiz o test drive… o carro é bonito mas o seu desempenho me deixou frustrado, sinceramente… onde estão aqueles cavalos todos? um Fiesta Sedan 1,6 com etanol tem, pelo menos, o mesmo desempenho).
    O Voyage 1,6 dignamente equipado custa entre 45 a 47 mil... achei pequeno o espaço no banco de trás, mas essa versão G6 está muito bonita.
    O Cobalt tem uma frente muito 'revolucionária' (acho feia, mas sei que daqui a uns anos vou achar natural)… não agradou a minha esposa. Na GM, quando olhei para o lado, lá estava a SPIN. Quanto custa esse carro? A partir de 44.500, completa.
    Não sei o que fizeram na SPIN… mas a frente dela é muito mais bonita do que a do Cobalt (ninguém pode questionar isso… ninguém pode dizer, por exemplo, que é igual ou piorou). Para mim, a SPIN é bonita. E o carro é essencialmente um Cobalt, com o mesmo preço.
    Não tenho informações de consumo ainda. Na cidade, o carro responde bem com 04 pessoas dentro dele, inclusive em subidas.
    O câmbio manual, longo mas preciso, foi uma grata surpresa. Para testá-lo antes de comprar fiz um test drive num Cobalt 1,4. A embreagem é a mais leve que já usei.
    A posição de dirigir é muito boa... a esposa também aprovou.
    Comprei uma SPIN LT II MT prata. Paguei 46 mil com sensor de estacionamento e farol de neblina. Até agora, estou contente com o carro. Espero que as informações ajudem os indecisos como eu.

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    1. Olá! Grato pelo seu relato. Eu nem olhava para a Spin, mas estou avaliando. Estou entre Grand Siena 1.4 com ar (R$ 35 mil, pronta entrega), Versa (modelo intermediário, 38 mil, pronta entrega, Cobalt 1.4 ou Spin.

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  23. Boa tarde a todos! Eu não sou piloto e muito menos esteticista, mas me considero um bom motorista. Penso e pesquiso muito antes de adquirir um automovel. Eu particulamente sou fã dos modelos nacionais por um simples motivo: encontro peças e serviços de mão de obra em qualquer esquina. Esses modelos chineses, coreanos e japoneses podem sofrer falta de peças e aumento significativo devido a instabilidade do Dolar. Tenho amigos que possuem carros japoneses e sofreram com falta de peças devido ao Tsunami no Japão, que prejudicou a fabricação e a importação das peças. Estou adquirindo a Spin sem pestanejar.

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  24. já que é comparativo, podiam incluir o Freemont, a Trailblazer que mesmo sendo mais caras, são excelentes opções.Preciso de um carro grande mas confortável para todos.Gosto é opção mas o Nissan é feio, antiquado,a Spin não tem personalidade,a GM é uma empresa que mata excelentes carros e substitui por carros inferiores vide Kadett,Astra,Zafira e a JAC ainda é uma incógnita.

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    1. Amigo, a Trailblazer custa o triplo de uma Spin. A Spin e toda a categoria que ela representa são lixos de quatro rodas perto de um carro desses. Pode comprar a Trailblazer, ou SW4 ou Pajero Dakkar de olho fechado. Não há necessidade de comparar projetos de carro com carros de verdade.

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  25. Gostei do comparativo. Tenho uma Zafira 2.0 Automática e gosto muito dela tanto em termos de motor quanto em espaço. Não fiquei empolgado com nenhum dos modelos analisados. Em especial, fiquei com a impressão que a Spin teve mais "piorias" do que melhorias em relação à Zafira, por causa da última fileira inteiriça (ao invés dos bancos individuais que podem ser embutidos)e do menor espaço na fileira do meio. E me parece que não teve melhorias em relação à segurança. Gostaria de um comparativo Spin x Zafira. Mas parabéns pela matéria.

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    1. Spin básica: 46000,00
      Zafira básica : 55000,00

      O ideal seria comparar a Spin top automática com a Zafira básica.Aí sim seria uma comparação justa.

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  26. Eu tenho uma livina 1.6 16v mecanica. O fato dela ser muitA baixa sai enroscando em quase tudo ja que nossa estradas nao são tão boas. Mais de resto ela é 10. combustivel é economica 7a 8 no perimetro urbano com etanol 10 a 12 na estrada 100% um pleo outro 9 a 10. mais ser baixa e um ponto a qual quero vender minha livina.(2011/2012 com 29000 km e um ano e meio de uso. Baita carrão mais enroscada em quase tudo.)

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  27. em fim apos as avaliaçoes qual o mais economico em combustivel x manutençao

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  28. Muito boa pesquisa,minha família tem um J6 diamond e curto muito,estava pensando em pegar um pra mim no fim do ano,ai pesquisei sobre mini vans e cheguei até aqui,irei testar o nissan,pois o spin pela sua pesquisa não me agradou.
    Parabéns.

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  29. Poderia adicionar o Kia Carens e o C4 Grand Picasso no comparativo !!
    Estou entre pegar um Grand Livina 0km ou, Kia Carens ou C4 Grand Picasso usados; e esse comparativo me esclareceu algumas duvidas sobre o Grand Livina

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  30. Tenho uma J6 estou muito satisfeito, o espaço interno é excelente que me ajudou em diversas situações do dia-a-dia, muito gostosa de dirigir, muito segura e estável nas curvas, uma suspenção impressionante para um carro grande. O carro nunca apresentou problema fiz apenas as manutenções regulares a um custo muito baixo e sem surpresas.

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  31. Alfredo Massaranduba27 de abril de 2013 18:15

    Comprei uma J6 em 2011, me arrependo até hoje, é carro de cor..... Passei pra Grand Livina, mais cara que a Spin e não tem computador de bordo nem regulagem de altura do banco do motorista, a transmissão at. de 4 marchas perde feio para a de 6 da Spin, mas é um bom carro, só fiquei puto pq bateram na traseira e a css da Nissam ficou exatos 72 dias para consertar, aí vendi e comprei ha 4 meses uma Spin Ltz, é a melhor das 3 na minha opinião, melhor em preço, equipamentos, câmbio at., conforto e prazer em dirigir.

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  32. Não da pra comparar os ridiculos livina e spin com o j6.Eu não entendo como a gm tirou de linha a meriva e zafira pra colocar esse caixote sobre rodas no lugar.è como diz aquele velho ditado (mau)gosto não se discute.

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  33. Pessoal,

    Este mês eu e minha esposa fizemos o comparativo na prática. Entrei no banco traseiro da SPIN e me senti decepcionado com o espaço.Parecia que estava no banco de trás do meu Celta. Após, fomos à nissan e testei o Grand Livina. Exatamente o que precisava, espaço, conforto e beleza.

    SPIN (0) X Grand Livina (10)

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  34. OLÁ CAROS LEITORES COMPREI UM JAC J6 E ESTOU MUITO SATISFEITO COM O CARRO, TANTO O INTERIOR QUE É BEM ESPAÇOSO QUANTO AO EXTERNO QUE NÃO DEIXA A DESEJAR, O DESEMPENHO É EXELENTE, CONVERSAS NEGATIVAS PELO O CARRO SER CHINES ISTO É PRECONCEITO TEMOS QUE VALORIZAR OS IMPORTADOS QUE SÃO CARROS COMPLETOS E O CUSTO BENEFIO SAI MAIS EM CONTA .... IMPOSSIVEL É COMPRAR CARROS NACIONAIS QUE NÃO LHE OFERECE NADA DE BOM COM GARANTIAS DE APENAS 1 ANO UM ABSURDO , VAMOS VALORIZAR OS IMPORTADOS SO ASSIM PARA QUE OS NACIONAIS TAMBÉM CAEM OS PREÇOS.....

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  35. Qual o consumo de combustível deles? Qual mais econômico?

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  36. boa pergunta do colega. Qual o consumo médio entre as tres marcas?

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    1. Olá. Dados da revista Quatro Rodas, em testes realizados em agosto / 2011 (JAC J6 Diamond 7 lugares) e agosto / 2012 (Nissan Grand Livina e Chevrolet Spin LTZ 7 lugares) apontam os seguintes resultados de consumo:
      JAC J6 (gasolina, motor 2.0 16v, 1.500 kg) - 7,9 km/l (cidade) e 10,7 km/l (estrada)
      Nissan Grand Livina (etanol, motor 1.8 16v, 1.306 kg) - 7,3 km/l (cidade) e 9,8 km/l (estrada)
      Chevrolet Spin (etanol, motor 1.8 8v, 1.255 kg) - 6,5 km/l (cidade) e 8,4 km/l (estrada)

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    2. Vale considerar que o Etanol consome perto de 30% mais que a gasolina e por isso o melhor consumo seria da Livina?

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    3. Proporcionalmente, sim. Vale lembrar que as dimensões, pesos e cilindradas dos motores são bem diferentes, justificando, de certa forma, os números de consumo da J6 com gasolina.

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  37. Excelente matéria. Avaliei os três carros e acabei me decidindo pela Spin LT automática. Mas gostaria de parabenizar também os leitores que postaram comentários. Aqui é o único lugar que eu vi comentários realmente racionais e ponderados que ajudam na hora de escolher. Nos outros sites que visitei, é aquela história de sempre: um monte de gente falando mal de carros que nem sequer olharam de perto.

    Sérgio.

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    1. Obrigado pelo comentário, Sérgio. Esperamos que curta muito sua escolha. Um abraço!

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  38. Essa foi a matéria mais séria e esclarecedora da comparação das três. Parabéns!

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  39. Olá pretendo aderir a uma minivan, porem ainda nao posso recorrer a um carro zero, justamente pelo preço. Apostar em uma Zafira mesmo tendo saindo de linha, é algo confiável?
    Tem como comparar uma Zafira com uma Gran Livina?

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    1. Oi, Flavio. Você pode comparar os carros que desejar, tendo por critério o tamanho, os equipamentos, o preço ou qualquer outro quesito. A questão principal em relação à Zafira é o fato dela já ter saído de linha, o que pode dificultar um pouco a busca por peças de acabamento, componentes eletrônicos específicos do modelo, essas coisas. Em relação à mecânica não há nada com o que se preocupar, porque ela usa a mesma base do Astra, do Vectra e tem muito em comum com os antigos Monza - ou seja, o mercado está muito bem abastecido de peças para esses modelos. A Grand Livina permanece em fabricação e apesar de ter depreciação considerável, é um carro que vale muito a pena. Será mais fácil encontrar a Grand Livina com baixa quilometragem do que a Zafira, mas ambas são resistentes. Prefira, porém, carros que tenham histórico de manutenção em dia e peças originais. Qualquer que seja sua escolha, peça ao seu mecânico para dar uma olhada no carro que você pretende comprar antes de fechar negócio. Boa compra!

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  40. Bom, acompanhei e li todos os pontos avaliados e considero muito boa a forma encontrada para elaborar esse comparativo, gostaria de deixar bem claro que, ao meu ver, a ultima tabela de resultados é muito tendenciosa, onde coloca o terceiro colocado na posição de primeira leitura!
    Com isso , será comum alguém em, sua dinamica, considerar o lixo da chevrolet como melhor no comparativo! Fica a dúvida, esse tal de spin veio prá que ...

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  41. Esse comparativo é bom, porém há fatores que definem a escolha do novo carro que não foram considerados e/ou não foram bem explorados. Procuro um carro de 7 lugares e vi os três e na minha opinião nenhum deles é unanimidade, essa é a parte real da sua tabela, cada um tem seu ponto. Mas vamos a alguns fatores que são relevantes. J6 e Livina não tem CCS suficientes, somente em grandes centros e com demanda insuficiente de peças, compatível com nível de vendas. A possibilidade de ficar sem o carro por falta de uma peça é imensa, mesmo se tratando de CCS, conforme comentário acima. Nem preciso falar em manutenção privada. A desvalorização é imensa nessas duas, chegando a 50% na J6 e a 45% na Livina com 3 anos de uso, a Spin chega a 35%. A Spin se torna opção nesses quesitos, pois além de forte presença da rede de CCS (que foi abordado no texto), que subentende-se capilaridade e opções de escolha, seu conjunto mecânico é compartilhado com vários outros modelos de grande venda da GM. Isso é garantia na manutenção da CCS e particular. A possibilidade de ficar sem o seu carro por um problema mecânico é MENOR (mas não impossível), e a viabilidade de sair da mão da CCS, a qual é muito perniciosa após o período de garantia. A tabela reflete uma realidade, que tem que ser melhor ponderada para longos períodos de aquisição. Compradores de carros familiares tendem a manter sua compra por mais tempo, não são tão volúveis quanto os de carros compactos, portanto em um projeção de 3 a 5 anos, tanto a J6 quanto a Livina tornam-se os famosos SAPATOS, e tornam-se muito onerosos com o tempo. Se a GM pensasse um pouco mais para projetar a Spin, teríamos um carro muito melhor. Têm diversos calcanhares de Aquiles. Levando a análise para uma compra racional e não emocional, a Spin seria o carro escolhido, pois a perda muito acentuada do investimento, aliada a dificuldade de manutenção das demais, não favorecem outra escolha. Sei que é controverso o que escrevi, pois haverá defensores das marcas e pessoas que que já se aborreceram com esse ou outro carro, mas novamente enfatizando para os pontos que abordei, a escolha RACIONAL é a GM, escolha EMOCIONAL é a Livina e a escolha ESTÉTICA é a J6. Lembrando que escolhendo uma automaticamente elimina a outra. Esse cenário é exatamente o que reflete a sua tabela. Não entrarei no mérito do consumo, pois são todas bem próximas, a diferença de até 1 km/l não interfere diretamente na escolha. A grande verdade é que carecemos de bons carros, o que mostra que esse segmento ainda tem espaço. Conversei com um consultor da Renault sobre o Grand Scenic, pois seria mais uma opção, e a resposta foi surpreendente: "Não há mercado viável para carros de 7 lugares". Enquanto houverem pessoas com esse pensamento, ainda teremos essa parcas escolhas, com carros quadrados ou defasados. Outro fator a lembrar, sendo que esse é subjetivo, é de que o mercado brasileiro é formado por ondas. Houve a onda dos carros duas portas, demorou demais, mas já passamos para a de quatro portas. A onda dos carros de câmbio manual, hoje conseguimos ver uma reação dessa onda para o câmbio automático. Houve a onda dos carros tipo perua (SW), que saíram do gosto, e agora tentam uma reação. Hoje ensaiamos, no Brasil, esse novo nicho, que são dos monovolumes compactos com 7 lugares. A Spin vai bem nas vendas, devido a força da marca e a tradição muito bem representada da Zafira, já a Livina demora para lançar novo modelo e vai perdendo espaço (muito importante) no mercado, e a J6, por mais que eu acredite na força e expansão chinesa, ainda têm que melhorar muito a sua base para começar a conquistar nossa confiança.

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    1. Sabe o que eu fico louco!! Lançam um carro pra 7 pessoas, entendo então que cada passageiro deve levar 28l de bagagem? Pois nenhum tem mais de 200 litros com 7 bancos no lugar... é uma vergonha, queria achar um com 7 lugares que o porta malas não fosse no mínimo ridículo, mas não acho nada no mercado.. complicado!! PS: Não sou rico pra comprar uma Durango...

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  42. Parabéns pela matéria! !!! Contribuiu muito para minha escolha...JAC J6!!!!!

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  43. a sua matéria foi espetacular, pois na minha tomada de decisão foi fundamental.

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  44. Faltou mencionar a spacefox e spacecross que agora virão com o novo motor de 4 cilindros com 4 válvulas por cilindro, 1.6.

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  45. Comprei uma Spin LTZ em outubro de 2015. Na minha opinião o carro tem alguns problemas: 1) Motor é fraco, não tem um desempenho adequado; 2) Espaço e conforto interno deixa a desejar. O Cobalt (meu carro anterior) era muito melhor; 3) Rodas deveriam ter um aro maior e os pneus mas largos; 4) My Link poderia ser melhor, principalmente, o GPS Bringgo sofrível; 5) Terceira fileira de bancos só para crianças e não são bi-partidos; 6) A aberração da Chevrolet, a terceira fileira de bancos quando rebatidos tomam boa parte do porta-malas e não dá para acomodar muitas malas (uma falta de criatividade ou competência dos engenheiros da GM). Resumindo, não foi uma boa escolha, deixou a desejar. Não compraria novamente.

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  46. Comprei um jac 2011 7 lugares é bom pacas carrego até minha cachorrinha Margarida já penso em pegar um zero.

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  47. gostaria de saber en relacao a grand livina ter saido de linha pode dificultar a manutencao

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  48. Tenho uma grand livina 2012 topo de linha. A coloquei a venda e comecei a procurar por uma substituta a altura. Nos meus critérios seria a spacefox 1.6 16v, mas uma zero custa entre 70 e 85 mil.
    Resultado, estou fazendo a revisão de 100 mim e vou ficar com ela mais 2 anos.
    Oque me chateia é o casamento motor e câmbio, 4 marchas mata o desempenho.

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